Segurança da informação: benefícios ao estabelecer essa política na empresa

Cada vez mais, organizações de todos os setores precisam buscar diferenciais. Até mesmo porque além de pertencerem a setores altamente competitivos, elas precisam se adequar às exigências regulamentadas por lei e incorporar novas tecnologias em seus processos. Sem isso, elas correm o risco de ficar para trás, perdendo espaço para a concorrência.

Pensando nisso, é preciso observar uma série de aspectos na estrutura da organização, especialmente aqueles ligados às políticas de segurança da informação. Na sua empresa, existe algum processo estabelecido para garantir a segurança dos dados? 

Por um momento esse é o tipo de questão que pode até parecer secundária, mas não é. Longe disso, a política de governança, gestão de riscos e segurança corporativa é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer empresa.

Com a sanção da lei nº 13.709, chamada de Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que deve entrar em vigor até agosto de 2020, essa importância fica ainda mais evidente.

Quer conhecer mais sobre o tema e saber como se adequar à LGPD com sucesso? Avance na leitura do post!

#1 O que é segurança da informação

Possivelmente, em alguma situação na área de TI você já se deparou com situações delicadas como a exposição de dados. Quando a empresa fica com sua base de dados vulnerável, ela passa a correr alguns riscos por conta disso. Daí a importância de construir uma estratégia de segurança da informação consistente.

Para tanto, o primeiro passo é garantir que as  ferramentas e processos usados para proteger os dados corporativos de qualquer tipo de ameaça, como disrupção, modificação, inspeção e destruição dos dados, sigam os princípios básicos da segurança da informação. São eles:

  • Confidencialidade: desse modo, somente pessoas autorizadas têm acesso à informação.

  • Autenticidade: garante que os dados de determinada fonte sejam mantidos no formato original, sem qualquer tipo de alteração ao longo de um processo.

  • Integridade: mantém as características originais dos dados e dos métodos de processamento.

  • Conformidade: é o princípio que assegura a observância e o cumprimento das regulações, leis e normas desse tipo de processo.

  • Disponibilidade: permite que os profissionais autorizados pela empresa possam acessar os dados relevantes sempre que necessário.

  • Irretratabilidade: garante que os usuários serão sempre responsabilizados pelas transações feitas, já que com a política de segurança da informação é impossível negar a autoria de qualquer movimentação. 

#2 Por que investir em segurança da informação?

Por que investir em segurança da informação

De acordo com o estudo Cloud Threat Report 2018 (Relatório de Ameaças à Nuvem), produzido pela KPMG e pela Oracle, com a participação de 450 profissionais de segurança cibernética e tecnologia da informação, 90% deles classificam como sensíveis mais da metade dos seus dados armazenados em nuvem.

A preocupação é tão grande que, segundo o relatório, 84% das empresas estão buscando aplicar um nível maior de automação visando aumentar potencial de defesa contra ataques cibernéticos sofisticados.

Veja outras boas razões para fazer deste conceito uma das estratégias prioritárias da organização.

#1 Proteção para os ativos da empresa: hoje, qualquer organização possui uma base de dados sigilosos que requer atenção especial. Desde o armazenamento até o backup regular, a área de TI deve garantir que todos os tipos de arquivos e documentos sejam mantidos em um ambiente seguro.

#2 Adequação à LGPD: revisar os processos, estudar novas ferramentas e investir em segurança da informação é fundamental para que a empresa tenha condições de atender às novas exigências da Lei Geral de Proteção de Dados. Embora o prazo de adequação se estenda até agosto de 2020, o ideal é que as organizações ajustem sua infraestrutura aos poucos.

Confira, a seguir, os principais pontos de atenção da nova lei:

  1. Consentimento: o usuário deve consentir à empresa, de maneira clara e objetiva, o direito de tratamento dos dados pessoais e uso para determinada finalidade. Ou seja, a organização não pode processar qualquer tipo de informação sem a autorização do titular.

  2. Finalidade: os dados podem ser usados exclusivamente para a finalidade consentida pelo cliente. A lei prevê, inclusive, a exclusão dos dados ao final da necessidade de uso. Os clientes podem solicitar bloqueio, eliminação e transferência das informações a seu respeito em qualquer momento.

  3. Otimização da política de gestão de riscos: a lei prevê o uso de medidas técnicas e administrativas importantes para a proteção dos dados. Por isso, as empresas estão adotando práticas de segurança da informação mais consistentes e eficazes, melhorando a governança, a gestão de riscos e compliance.

#3 Vantagem competitiva perante a concorrência: agora que você já sabe o que é segurança da informação, tenha em mente que muito mais do que um conceito ou estratégia, essa pode se tornar uma vantagem competitiva para a sua empresa. Afinal, quanto maior o nível de segurança oferecido aos clientes, maior será a confiança depositada na sua empresa. Isso porque eles terão a certeza que os dados e informações estarão sempre bem gerenciados e protegidos. É nesse momento que a sua organização sai na frente da concorrência, convertendo segurança da informação em vantagem competitiva.

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